sexta-feira, 14 de setembro de 2012

No ES, Rony Jason celebra lutar ao lado de Minotauro no UFC Rio III

Rony Jason, lutador do UFC (Foto: Richard Pinheiro)A confirmação de Rodrigo Minotauro no card principal do UFC Rio III, no co-evento principal, contra Dave Herman, foi comemorada pela equipe Team Nogueira. Um dos atletas mais carismáticos da equipe, Rony Jason, celebrou o fato de poder participar do mesmo evento de um dos seus mentores e ídolos. O lutador está no Espírito Santo para ficar no corner de outro membro da Team Nogueira, o peso leve Emiliano Prado, que lutará contra Eduardo 'Dudu', na 11ª edição do evento Haidar Capixaba Combat, que acontece neste sábado, em Vitória. Jason revelou que a notícia de 'Minota' em seu evento deu um 'fôlego a mais' na preparação e o encheu de expectativas para a luta diante de Sam Sicilia, a última do card preliminar do dia 13 de outubro.
- Só me deu uma motivação a mais ao saber que o 'patrãozinho' também vai lutar no mesmo dia que eu. Em BH já fiquei feliz porque eles dois (irmãos Nogueira) estavam lá me assistindo. Foi engraçado porque eu me espelhei neles pra começar a lutar também, o Royce Gracie, Minotauro e Minotouro. Há alguns anos atrás eu me sentava em frente à TV para poder vê-los lutar e agora ele (Minotauro) lutando ao meu lado é muita felicidade, vai ser muito bom. Espero dar o meu melhor lá na luta e sei que o 'patrão' vai dar o melhor dele também. Esse evento vai ser o UFC on Team Nogueira, porque vão ser sete atletas nossos lutando no mesmo card e isso mostra o nível que estamos agora.

Participar do maior evento de lutas do mundo, o UFC, é motivo de orgulho para o cearense de Quixadá, vencedor da primeira edição do "The Ultimate Fighter Brasil - Em busca de campeões". Atuar novamente em solo brasileiro e com o apoio da torcida, agora diante de um adversário estrangeiro, deixa Rony Jason mais tranquilo para lutar em alto nível dentro do octógono mais famoso do planeta.

- Fico muito feliz, pois é minha primeira luta após o contrato com o UFC, então havia muita pressão antes e agora não diminuiu muito. Estou me sentindo mais à vontade, tendo em vista que eu não preciso ir mais em busca de um contrato, porque já sou do UFC.
Com um cartel de 14 vitórias e três derrotas, sendo 1-0 no UFC, após a vitória sobre Godofredo Pepey na final do TUF BR, em Belo Horizonte, Rony Jason ainda não conseguiu curtir as belezas da capital dos capixabas. Ajudando na preparação de Emiliano Prado, o peso pena cearense elogiou a cidade e principalmente as mulheres de Vitória.

- A minha passagem por aqui está sendo muito boa. Vitória é uma cidade muito bonita e muito limpa, agradável. As pessoas daqui são muito boas, as mulheres daqui são muito bonitas, já haviam me falado antes e agora estou vendo que é verdade. Ainda não deu tempo de aproveitar nada ainda e após o evento, vou ter mais tempo de poder curtir um pouco mais a cidade.
UFC 153 (UFC Rio III)
13 de outubro de 2012, no Rio de Janeiro
CARD PRINCIPAL*
Anderson Silva x Stephan Bonnar
Rodrigo Minotauro x Dave Herman
Glover Teixeira x Fábio Maldonado
Jon Fitch x Erick Silva
Wagner Caldeirão x Phil Davis
Demian Maia x Rick Story
CARD PRELIMINAR*
Rony Jason x Sam Sicilia
Gabriel Napão x Gerônimo Mondragon
Gleison Tibau x Francisco Massaranduba
Diego Brandão x Joey Gambino
Serginho Moraes x Renée Forte
Luiz "Banha" Cané x Chris Camozzi
Cristiano Marcello x Reza Madadi

Dana White garante que Sonnen está preparado caso Belfort se lesione

Com a lesão de Dan Henderson, que enfrentaria Jon Jones no UFC 151, que ocorreria no dia 1 de setembro, foi oferecido ao campeão dos meio-pesados um combate com o falastrão Chael Sonnen, que já vinha o provocando fazia algum tempo e que havia acabado de subir de categoria após ter sido derrotado por Anderson Silva na luta que valia o cinturão dos pesos-médios do UFC. Jones não aceitou o combate e foi oferecido a luta pelo título para os brasileiros Lyoto Machida e, posteriormente, Maurício Shogun, com ambos os lutadores recusando o combate.
dana white tuf (Foto: Divulgação/ TUF Brasil)
Quando parecia que o combate pelo título dos meio-pesados não mais aconteceria, Vitor Belfort se prontificou a enfrentar Jones, no UFC 152, tendo a luta aceita pela organização do UFC e pelo campeão da categoria. Apesar de estar com confronto marcado e faltando menos de um mês para o embate entre Jones e Belfort,  o presidente do UFC, Dana White, garante que Sonnen ainda mantém as esperanças de enfrentar Jones pelo cinturão.
- Chael Sonnen está em treinamento intensivo agora mesmo. Ele está treinando desde que lhe ofereceram a luta com Jones. Ele disse: "Eu estou em treinamento intensivo agora mesmo, porque Vitor vai se machucar e pular fora, e será Jones contra Sonnen, de qualquer maneira - disse White ao site "MMA Junkie".

Rony Jason e a estrada até o título: 'Deus queira que seja contra o Aldo'

Campeão do primeiro "The Ultimate Fighter Brasil - Em busca de campeões" na categoria peso-pena, Rony Jason realizou o sonho de sua vida ao entrar para o UFC. O assédio do público cresceu bastante, assim como a pressão para lutar, que veio de contrapeso. O cearense agora já traçou uma nova meta: a disputa do cinturão da organização. Mas ele sabe que o caminho é longo e não deixa de lado a humildade quando o assunto é a carreira. Em entrevista ao SPORTV.COM após um treino na Team Nogueira, o adversário do americano Sam Sicilia no UFC Rio III, em 13 de outubro, falou sobre o desejo de enfrentar José Aldo, o atual campeão:
alojamento rony jason treino (Foto: Ivan Raupp / Globoesporte.com)
- Acho que com essa e mais duas lutas boas eu poderia ter a oportunidade de disputar o cinturão. Deus queira que seja contra o José Aldo, assim o cinturão não sai do Brasil. Se o José Aldo perder antes, vou batalhar para trazer o cinturão de volta para o nosso país.
Ainda morando no alojamento da Team Nogueira, academia dos irmãos Rodrigo Minotauro e Rogério Minotouro, no Rio, o carismático dono da máscara do vilão dos cinemas Jason disse que houve uma melhora nos patrocínios, mas ainda não a ideal. Sincero, ele também afirmou que não gosta de machucar os adversários e que procura separar a pessoa do lutador:

- Eu tento me esconder naquela máscara. O Rony Mariano é uma pessoa, o Rony Jason é outra. Quando vou lutar, tento não ser o Rony Mariano. Às vezes eu brinco e a galera fica zombando de mim, mas eu não gosto de machucar meu oponente. Na hora, para conseguir o que eu quero, uma finalização ou um nocaute, tenho que buscar isso, mas pode ver que nas minhas lutas busco sempre a finalização. Procuro machucar menos meu oponente porque sei o sofrimento que ele passa para estar ali, e o meu também, me vejo na pele dele ali. São duas pessoas buscando o mesmo sonho, e infelizmente só uma vai conseguir.
Rony Jason falou ainda sobre a parceria com o Fortaleza, seu time de coração e que o está patrocinando, e revelou que vai entrar no octógono montado na Arena da Barra com a bandeira do clube. Quando criança, ele "saía na mão" com o irmão, que é torcedor do rival Ceará. A seguir, leia a entrevista na íntegra:
SPORTV.COM: Você ficou bem mais conhecido por ter sido campeão do TUF Brasil. Mudou sua vida? Isso refletiu também nos patrocínios?
RONY JASON: Realmente mudou muita coisa na minha vida. Ainda estamos batalhando um pouco na parte dos patrocínios. Estamos conseguindo alguns para a minha luta (no UFC Rio III). Mas consegui algumas parcerias, como o Fortaleza, que está me ajudando. Com essa ajuda estou podendo focar mais agora na preparação física para a luta.

Hoje em dia tenho fãs, mais seguidores no Twitter. O bônus é ser reconhecido pelo meu trabalho, e o ônus é que a responsabilidade só aumenta"
Rony Jason
Você é bastante carismático e cativou muita gente por causa da máscara do Jason. Como é nas ruas agora?
Com certeza hoje em dia sou mais conhecido, e graças também a essa repercussão do MMA no Brasil. A mídia tem um grande poder, a Globo principalmente. Minha luta contra o Gasparzinho (no TUF) também foi muito polêmica. Hoje em dia tenho fãs, mais seguidores no Twitter. Mas para mim existem o bônus e o ônus. O bônus é ser reconhecido pelo meu trabalho, e o ônus é que a responsabilidade só aumenta com isso. Cada vez mais quando eu for lutar vou defender minha nação. Não luto mais por Mossoró (RN), Quixadá (CE), Rio de Janeiro, vou lutar agora por toda a nação brasileira.
Nota da redação: amigos, Jason e Gasparzinho entraram na mesma categoria do TUF Brasil e tiveram de se enfrentar já nas quartas de final. A escolha, feita por Vitor Belfort, gerou muita polêmica exatamente em torno do duelo entre amigos ou companheiros de treino.
Sente-se preparado para lidar com essa pressão toda?
Tento não pensar nisso. Treino todos os dias aqui na Team Nogueira, uma das melhores equipes do mundo. Tenho grandes pessoas que me ajudam, Everaldo do jiu-jítsu, Gazé do muay thai, Edelson e Erivan do boxe, o Pavanelli na preparação física, sem contar com meus companheiros de treino que voam baixo, o Bruno Machado, o Sheymon, os irmãos Pitbull, Matheuzinho, Jonas... Essa galera só tem a somar no meu jogo.
Duda Yankovich e Rony Jason, UFC, MMA (Foto: Ivan Raupp / Globoesporte.com)
Como estão esses treinos? Está afiado em tudo? E o peso?
O peso está tranquilo, agora estou com 76kg, são 10kg para tirar, então está tranquilo. Não vou sofrer tanto como na última vez, geralmente sofro muito para perder peso. E na preparação ainda tenho muito a melhorar. Lógico que ninguém chega à perfeição, mas tento buscar sempre isso. Tenho que melhorar meu boxe ainda, meu wrestling, o jiu-jítsu. Sempre tento evoluir a cada treino.
O que você sabe sobre o Sam Sicilia e o que espera dessa luta?
Vi que na luta do TUF (Sicilia participou da última edição americana) que o Cristiano Marcello o golpeou umas 90 vezes e acertou 34, então ele é um cara que não se defende bem. Mas é um cara que ataca e tem um poder letal. Sei que ele é do wrestling, tem mão forte, fica de guarda baixa, aceita chute, e vou trabalhar em cima disso. Treino muito boxe, estou tentando manter o jiu-jítsu. Ele não caminha para trás, nem eu, então vai ser uma luta interessante para o público. O cartel dele também é parecido com o meu, tem muitas vitórias no primeiro round. Espero que essa luta não passe do primeiro round, mas se Deus quiser para mim, e não para ele.
tatuagem rony jason treino (Foto: Ivan Raupp / Globoesporte.com)
Nocaute ou finalização: tem alguma preferência?
Prefiro ganhar. Não importa como. Tipo assim: não existe gol feio, feio é não fazer o gol (parafraseando o ex-jogador Dadá Maravilha). Eu ganhando e dando felicidade para a nação brasileira está bom.
E a máscara? Tem certeza se vai poder usá-la?
Da outra vez foi um erro que aconteceu. O Dana White já confirmou em várias matérias publicadas que vou poder usar minha máscara. Então, estou bem mais tranquilo para essa luta.
Nota da redação: na final do TUF Brasil, no UFC 147, a organização não permitiu que Rony entrasse com a máscara do Jason.
A máscara faz diferença realmente para você, que até chorou quando não te deixaram entrar com ela?
Para mim faz. Eu tento me esconder naquela máscara. O Rony Mariano é uma pessoa, o Rony Jason é outra. Quando vou lutar, que abaixo aquela máscara, tento não ser o Rony Mariano. Às vezes eu brinco e a galera fica zombando de mim, mas eu não gosto de machucar meu oponente. Na hora, para conseguir o que eu quero, uma finalização ou um nocaute, tenho que buscar isso, mas pode ver que nas minhas lutas busco sempre a finalização. Procuro machucar menos meu oponente porque sei o sofrimento que ele passa para estar ali, e sei o meu também, me vejo na pele dele ali. São duas pessoas buscando o mesmo sonho, e infelizmente só uma vai conseguir.
Quantas lutas você acha que faltam para chegar ao cinturão?
Acho que essa e mais duas lutas boas. Aí eu poderia ter a oportunidade de disputar o cinturão. Deus queira que seja contra o José Aldo, assim o cinturão não sai do Brasil. Se o José Aldo perder antes, vou batalhar para trazer o cinturão de volta para o Brasil.
Você ainda volta para Quixadá ou vai ficar direto no Rio até a luta?
Fico no Rio até a minha luta. Depois pretendo voltar a Quixadá, minha família toda é de lá. Às vezes a galera fica brigando comigo que eu viajo depois que luto, mas eles têm que entender que minha família e todos os meus amigos são de lá. É diferente das pessoas que treinam e moram aqui, que podem ver suas namoradas e familiares no fim de semana. Eu passo dois, três meses longe da família e sem contato, a não ser por internet ou telefone. Espero que todo mundo compreenda que eu dê uma visitada em Quixadá e Mossoró depois da minha luta.
Os caras são um espelho para toda a academia (Team Nogueira). Se eles pedirem meu braço para quebrar, dou os dois"
Sobre Minotauro e Minotouro
Como surgiu esse patrocínio do Fortaleza? Você é torcedor do clube?
Sou torcedor. Geralmente eu saía na mão com meu irmão, que torce para o Ceará (risos). Torço realmente para o Fortaleza e aconteceu que um amigo meu, com quem eu treinava na infância, é um dos responsáveis pelo clube. Aí ele achou legal e tentou fazer essa parceria. É uma maneira também de o estado do Ceará retribuir um pouco do que eu faço por eles. Assinei um contrato de seis meses. Espero renovar no fim do ano.
Vai entrar com alguma coisa do Fortaleza no octógono?
Vou, com certeza. Vou entrar com a bandeira do Fortaleza. Inclusive, eles fizeram até máscara do Jason lá para vender lá no Ceará.
Para finalizar: qual a importância do Minotauro e do Minotouro na sua carreira?
Vital. Os caras são um espelho para toda a academia. Treinam mais do que muitos outros que fizeram muito menos na carreira. Se eles pedirem meu braço para quebrar, dou os dois.
Rony Jason posa com o troféu de campeão dos pesos-penas do TUF Brasil (Foto: Marcelo Russio / SporTV.com)


Fitch critica escolha de desafiantes no UFC: 'Tudo se resume à teatralidade'

UFC Jon Fitch (Foto: Getty Images)A subjetividade nas escolhas dos desafiantes dos campeões do UFC recebeu uma crítica dura de um dos próprios lutadores do Ultimate. Jon Fitch (23-4-1), do peso-meio-médio, está no UFC desde 2005. Embora às vezes provoque seus adversários, nunca teve o estilo Chael Sonnen de lidar com os rivais. Precisou vencer oito lutas seguidas para conseguir disputar um cinturão. Perdeu para Georges St-Pierre e depois venceu cinco e empatou outra. Em vão. A nova série invicta não lhe garantiu um outro desafio ao campeão.
- Não há um sistema para escolher o desafiante número um. Não há ordem, não há sistema de pontos. (O escolhido) É apenas quem eles acham que vai render mais dinheiro. Isso é muito ruim, porque em outros esportes há um tipo de um caminho claro, você faz isso, isso e isso, e então conquista o objetivo. Acho que essa não é a maneira como esportes de combate deve funcionar. Tudo se resume à teatralidade. Tenho que ser o melhor showman para obter uma chance de disputar o título. Não tenho que ser um lutador melhor, só tenho que ser o melhor showman - disse Fitch ao site "Full Contact Fighter".

Sem perder tempo, Anderson Silva já treina de olho em luta no UFC Rio III

Menos de 48 horas depois de aceitar entrar no card do UFC Rio III para enfrentar Stephan Bonnar, Anderson Silva já voltou a treinar duro. Nesta sexta-feira, ele postou em seu Twitter pessoal uma foto de seu trabalho na academia do Corinthians, em São Paulo.
Anderson Silva treinando no CT do Corinthians, em São Paulo (Foto: Andre Stepan / Corinthians)Anderson Silva treinando no CT do Corinthians, em São Paulo (Foto: Divulgação/ Corinthians)
- Começando a treinar para o UFC Rio III - publicou o Spider.
Anderson Silva (32-4) nunca perdeu no octógono do UFC, tendo um registro de 15 vitórias seguidas no UFC. Sua última vitória foi sobre o americano Chael Sonnen no UFC 148, dia 7 de julho, quando o brasileiro venceu por nocaute técnico, mantendo o cinturão dos pesos-médios.
Seu rival, o americano Stephan Bonnar não sobe ao octógono desde novembro do ano passado, quando venceu Kyle Kingsbury pelo UFC 139. O UFC Rio III será no dia 13 de outubro, na Arena da Barra.
Anderson Silva, treino do Corinthians (Foto: Andre Stepan / Corinthians)

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

UFC 153 despedaçado: veja algumas soluções viáveis para o card do Brasil


Em menos de duas horas, o card do UFC Rio III ficou despedaçado. As lesões que tiraram José Aldo e Rampage Jackson das duas lutas principais do evento do dia 13 de outubro viraram um desafio para Dana White e Joe Silva (casador de lutas do Ultimate). Eles precisam encontrar duelos capazes de segurar o nível do torneio e não repetir o fiasco do UFC 151, cancelado por falta de uma luta capaz de substituir Jon Jones x Dan Henderson após a lesão do segundo. O SPORTV.COM analisou algumas das possíveis soluções.
Anderson Silva na luta principal
A possibilidade que parece mais forte é a inclusão de Anderson Silva no card. O campeão peso-médio do Ultimate, neste caso, enfrentaria qualquer lutador da categoria meio-pesado que não fosse Jon Jones, como ele mesmo propôs recentemente para tentar salvar o UFC 151 do cancelamento. Na ocasião, após a lesão de Dan Henderson e a recusa de Jones em enfrentarChael Sonnen, o brasileiro se ofereceu faltando apenas oito dias para o evento, mas já não havia mais tempo, e Dana White acabou anunciando mesmo o cancelamento.

Anderson Silva na pesagem do UFC Rio (Foto: AP)
Agora, parece ainda mais oportuna a presença de Anderson. Primeiro porque o UFC 153 será no Brasil. E segundo porque ainda falta um mês para o evento, marcado para o dia 13 de outubro. Um lutador que aparece com chance de pegar o Spider é o meio-pesado Rashad Evans, que já manifestou várias vezes o desejo de enfrentá-lo. Além disso, Rashad vem treinando com Vitor Belfort, que conhece muito bem e já encarou Anderson e poderia ajudar o americano na preparação para uma potencial luta.
Vitor Belfort UFC (Foto: Adriano Caldas / Globoesporte.com)
Jon Jones x Vitor Belfort
Outra solução viável, porém complicada, é a transferência do duelo entre o campeão dos meio-pesados Jon Jones e Vitor Belfort, escalado para o UFC 152, dia 22 de setembro, para o evento carioca. A mudança faria sentido uma vez que o show de Toronto também tem a disputa de cinturão entre os pesos-moscas Joseph Benavidez e Demetrious Johnson. Entretanto, a proximidade da data da luta complica.


chael sonenn mma coletiva sonnen ufc (Foto: Reprodução)
Sonnen e Mendes como substitutos
Que brasileiro não gostaria de vaiar o falastrão Chael Sonnen? Muitos fãs do país já têm bombardeado Dana White nas redes sociais, pedindo para o chefão colocar o americano, que ainda não estreou entre os meio-pesados, para substituir Quinton ''Rampage'' Jackson no coevento principal, diante do brasileiro Glover Teixiera. Ex-desafiante dos penas, o californiano Chad Mendes é um nome cotado para substituir José Aldo diante de Frankie Edgar. O duelo poderia valer um cinturão interino, já que esta é a segunda vez que Aldo se machuca em 2012.


wanderlei silva desembarca (Foto: Adriano Albuquerque / SporTV.com)
Wanderlei ou Minotauro
Para ganhar a atenção dos fãs, uma medida infalível seria incluir no card um ou mais atletas brasileiros já consagrados. Os primeiros nomes que surgem na lista de possibilidades são os de Wanderlei Silva eRodrigo Minotauro. Os dois estão sem luta marcada e têm potencial de venda suficiente para atrair o público e salvar o UFC 153. Minotauro, por sinal, havia se oferecido para lutar no Rio, mas não obteve a resposta que desejava e acabou ficando fora. Com essa onda de lesões no Ultimate, o card carioca ganharia muito se tanto Wand quanto Minotauro fossem chamados, em vez de um só.

Além de Rampage Jackson e José Aldo, o UFC 153 já teve uma outra baixa por lesão. Erik Koch teve de ser substituído por Frankie Edgar porque se machucou. A terceira edição carioca do Ultimate também perdeu Vitor Belfort x Alan Belcher, já que o brasileiro ganhou a oportunidade de disputar o cinturão meio-pesado contra Jon Jones, no próximo dia 22 de setembro, no UFC 152.
UFC 153
13 de outubro de 2012, no Rio de Janeiro
CARD PRINCIPAL* 
Frankie Edgar x adversário a ser divulgado
Glover Teixeira x adversário a ser divulgado
Jon Fitch x Erick Silva
Wagner Caldeirão x Phil Davis
Demian Maia x Rick Story
CARD PRELIMINAR* 
Rony Jason x Sam Sicilia
Gabriel Napão x Gerônimo Mondragon
Gleison Tibau x Francisco Massaranduba
Diego Brandão x Joey Gambino
Serginho Moraes x Renée Forte
Luiz "Banha" Cane x Chris Camozzi
Cristiano Marcello x Reza Madadi

Aldo também está fora do UFC 153


O Ultimate está com grandes problemas para manter seus cards intactos. Depois de perder Rampage Jackson no UFC 153 por lesão, a organização também ficou sem José Aldo para a luta principal do evento no Rio de Janeiro. O brasileiro está com uma lesão no pé e não vai poder lutar.
José Aldo, UFC (Foto: Adriano Caldas / Globoesporte.com)
- Agora Aldo está fora por causa de uma lesão no pé. Evento principal e coevento principal no mesmo dia! Outro dia incrível para o UFC. Temos muito trabalho a fazer - postou Dana White no Twitter.

No último dia 1º, José Aldo sofreu um pequeno acidente quando voltava de moto para casa após uma partida de seu time de futebol de praia, o Ronald de Carvalho, no início da noite de sábado, quando um carro dobrou na Rua Prado Júnior, em Copacabana, e atingiu o veículo. O campeão dos pesos-penas do UFC foi derrubado, mas teve ajuda do motorista do carro e dos amigos Luis Beição e Alexandre Baixinho e seguiu para a academia Upper, no bairro do Flamengo. Na oportunidade, ele machucou o pé, mas o Ultimate não confirmou se foi essa lesão que o tirou do evento.